
A situação também foi presenciada pela organização do Miss Universo o que, para ela, representa uma vergonha nacional. “Os organizadores poderiam ter escolhido qualquer outra cidade, qualquer outro país para sediar a competição. Mas elegeram São Paulo, elegeram o Brasil, acreditando que seria uma festa belíssima”, acrescentou. A representante disse ainda que não tomou as vaias como algo pessoal. Para ela, quem recebeu a atitude negativa foi a Miss Brasil, e não Priscila Machado, e que o acontecimento não condiz com o caráter da maioria de seus conterrâneos. “Na minha opinião, o Brasil é um país unido, batalhador e que tem respeito. Meia dúzia de pessoas fizeram aquela cena, as outras estavam torcendo e fazendo festa”, contou.
Preparada e determinada, coube à maturidade da miss enfrentar o ocorrido de cabeça erguida. “Na hora, eu foquei nas pessoas que estavam torcendo por mim. Sempre penso nos meus amigos, na minha família, nas pessoas que me querem bem, além de acreditar em mim e em meu potencial. Isso não vai afetar em nada na competição. Independente do resultado, vou sair com a sensação de dever cumprido, porque sei que estou dando o meu melhor”, concluiu.
Fonte: caras.com.br
Nenhum comentário:
Postar um comentário